
POXA VIDA! MEU DEUS AMOU TANTO O MUNDO (A MIM) A PONTO DE ENVIAR O QUE TINHA DE MAIS VALIOSO (JESUS CRISTO) PRA MORRER EM MEU LUGAR! E ME DEU UMA MISSAO: VIVER E FALAR DESSE TÃO GRANDE AMOR AQUELES QUE NÃO SABEM!
OBRIGADA SENHOR POR ME ESCOLHER! (Missª Izabel Cristina)
“E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo.” Efésios 4:11,12
Deus vocaciona
Chama seus servos. Não chama todos para a tarefa de pregar a sua palavra, mas chama e precisa de servos obedientes. O Senhor chama ao serviço.
Deus adverte
A função de vocacionado é advertir o povo e as nações sobre a necessidade de arrependimento e mudança de vida.
Deus capacita
O fato é que o Deus que chama, é o Deus que envia ao mundo, é o Deus quem capacita para o serviço.
Deus controla
Mesmo que os planos de Deus pareçam estranhos mantenhamos a firme confiança no Senhor. Ele sabe o que é melhor e devemos nos submeter ao seu governo sempre.
Quando Deus chama, Ele vocaciona, adverte, capacita, controla e sustenta. Cumprindo assim a Missio Dei a todas nações, reinos e povos.
- Deus separa homens para um ministério Específico;
- Não importa a idade, o sexo e a posição social, Deus sempre chama quem Ele quer;
- Quando Deus chama, Ele capacita e sustenta;
- A Missio Dei sempre alcançará seus objetivos, pois é o próprio Deus quem as realizam;
- O vocacionado não é chamado para um ministério fácil. Muita das vezes custa a sua própria vida.
- Deus molda o Seu caráter na vida de seus servos para que estes possam ser úteis para o ministério que Deus lhes confiou.
- A Missio Dei é de Deus, feita em Deus e para Deus.
PROFETA JEREMIAS (A.T.)
“Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações.” Jeremias 1:5
Jeremias quando foi chamado para o ministério...
“O império assírio se desintegra, a Babilônia e o Egito lutavam entre si pela hegemonia, com Judá preso entre eles.”
O ministério de Jeremias (pelo conteúdo da mensagem que ele trazia) e as conseqüências humanas que esse ministério trouxe não eram de forma alguma agradáveis a ele ou a qualquer mensageiro. Jeremias foi rejeitado, perseguido e preso. Pelo que a Bíblia relata em Jeremias 1:6, quando o profeta foi chamado para o ministério ele era muito jovem. O papel que ele tinha que desempenhar era revelar ao povo judeu os pecados que o povo tinham cometido. Apesar de tão grande responsabilidade, Jeremias tenta se esquivar-se devido a sua idade, questionando a Deus que os povos não iriam ouvi-lo por ele ser tão jovem. Mais Deus o exorta e lhe dá autoridade sobre as nações e reinos, para arrancar, desligar, destruir, edificar e plantar. A aparente defesa de Jeremias em prol da política de submissão à Babilônia trouxe-lhe o ódio do povo, que esperava ouvir uma mensagem mais aprazível, como a anunciada pelos falsos profetas da época que profetizavam paz quando não havia paz. Jeremias também falava contra esses falsos profetas.
Sua chamada consistia na missão de proclamar continuamente para Israel que Deus faria cair uma terrível desgraça sobre a nação como castigo. Podemos observar no contexto da história de Jeremias a Missio Dei no versículo 9 sendo cumprida na vida deste profeta mesmo com tantas lutas e dissabores. “Determinado a abandonar a missão, percebeu que não conseguiria (v. 20.9 ss), em todo o seu conflito porém, achou refúgio em Deus e levou a mais nobre expressão do ideal veterotestamentário da comunhão com ele.”
Jeremias pôde cumprir cabalmente o chamado ministerial, em meio a muito choro e tristeza.
Jeremias cumpriu o propósito de Deus para o seu chamado, portanto podemos afirmar que ele cumpriu satisfatoriamente e com pleno êxito o ministério que o Senhor lhe propôs.
Jeremias teve um coração repleto de tristeza e dor pela dureza da mensagem que anunciava (v.20:14-18). A “alegria” não era um fruto visível ou sensível na vida do profeta (v.20:9), mas antes a paz e o consolo de Deus o acompanhava (v.20:12,14). Todo aquele que tem um chamado específico, o Senhor o capacitará para suportar as adversidades que vêm muitas das vezes ao encontro de seus servos.
GIDEÃO (A.T.)
“Então, se virou o Senhor para ele e disse: Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei eu?” Juízes 6:14
É interessante observar que Deus quando chama Gideão para o ministério, Deus o envia. Podemos notar que Gideão como Jeremias, era também muito jovem, e vivia num contexto quase semelhante à época de Jeremias, pois os filhos de Israel fizeram o que era mau perante o Senhor (Juízes 6:1) e como consequência disto o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos.
Deus usa este jovem agricultor (Juízes 6:11), não somente para condenar, mas para libertar o seu povo.
“Deus não se limita apenas a mandar um profeta para condenar pecados” , mas um juiz para libertar o povo de Deus de seus pecados.
“Gideão era o filho mais novo de uma família pobre, e que tinha sofrido bastante nas mãos de Midiã.” Além de ser o mais novo, era de uma família muito pobre (Juízes 6:15). Gideão quando chamado por Deus para cumprir o propósito de Deus, ele fez o mesmo que Jeremias, tentou esquivar-se da dura missão, dizendo que era de uma família pobre e o menor de sua casa. Mesmo que Gideão fosse jovem e vindo de uma família pobre, notamos a Missio Dei sendo cumprida (Juízes 6:16).
Gideão foi chamado por Deus para livrar o povo das mãos dos midianitas. Cumprindo assim os propósitos de Deus em sua vida. Aos olhos humanos pelo contexto da história de Gideão,
“Ele parecia o menos indicado para ser escolhido como libertador (I Coríntios 1:26).”
Deus ouviu o clamor de seu povo que estavam cativos e sendo oprimidos pelo inimigo, então Deus se compadece de seu povo e chama Gideão com um propósito específico: Libertar seu povo das mãos do inimigo. Capacitando e enviando Gideão e por fim dando-lhe a vitória.
PROFETA ISAÍAS (A.T.)
“Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim. Então, disse ele: Vai e dize a este povo: Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais.” Isaías 6:8,9
“Isaías é chamado o Profeta Evangélico, levando em conta que grande parte do livro acha-se indissoluvelmente ligada à vida e a obra do Messias.”
“Chama-se Isaías o profeta messiânico, porque sua vida estava saturada da esperança da vinda do Messias.”
Isaías antes que fosse chamado para ser profeta entre as nações, levar para o povo a mensagem da salvação e anunciar liberdade aos cativos e oprimidos, Isaías reconheceu a Glória de Deus, reconheceu que era pecador e precisava ser purificado, só depois pode se prontificar: Eis-me aqui, envia-me a mim. Fazendo assim à vontade de Deus. Isaías descreve o Messias vindo com toda Majestade e Glória, não como Israel queria. Israel não foi suficiente humilde para reconhecer e se arrepender de seus pecados e voltar-se para Deus para ser liberta de seus pecados.
“Contudo mostrando que a libertação depende do arrependimento (Isaías 59:7).”
Todo aquele que tem um chamado específico, se prontifica e Deus prepara, envia e o sustém com a sua destra fiel.
Isaías foi um servo obediente ao chamado de Deus, seu ministério foi um marco na história do povo de Israel que, infelizmente devido à dureza de coração do povo de Israel, não puderam ser sensíveis à presença do Messias, de que tanto ansiavam por ver. Isaías retratou muito bem a vida de Jesus: O Servo sofredor e seu ministério. Cumprindo assim, a Missio Dei no ministério de Isaías.
APÓSTOLO PAULO (N.T.)
“Mas o Senhor disse a Ananias: Vai, porque este é para mim um instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel.” Atos 9:15
Podemos observar que desde a mais tenra idade Jesus estava preparando Paulo para o ministério sem que o mesmo viesse a perceber. A formação acadêmica de Paulo, foi sem dúvida nenhuma uma das mais ricas, estudou em uma das melhores escolas da época.
“Seu preparo se deu com Gamaliel, à formosura da lei, em Jerusalém (At 22.3).”
Paulo devido a sua cegueira espiritual e seu fanatismo religioso, perseguiu muito os crentes (At 8.3), fazendo as mais terríveis maldades contra os santos de Jerusalém (At 9.13b). Mas quando ia “Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor, e caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” Literalmente Saulo caiu do cavalo (Atos 9:3,4), ele caiu em si.
Em Atos 9:15, notamos a Missio Dei no ministério de Paulo, o instrumento escolhido por Jesus, para levar o nome do senhor perante os gentios e reis, e aos filhos de Israel. Como os demais outros ministérios, podemos notar na Bíblia que o ministério de Paulo foi de muito sofrimento por amor ao Evangelho. Jesus ressalta em atos 9.16, que o ministério de Paulo seria mesmo um ministério de sofrimento.
Paulo precisou ser tocado pelo senhor e liberto da cegueira espiritual, tanto é que ao encontrar-se com Jesus as escamas da cegueira espiritual caíram por terra (Atos 9:18), e a partir daí Paulo passou a ter uma vida exclusiva para o ministério designado pelo Senhor, cumprindo satisfatoriamente o chamado ministerial. É necessário que todo homem que pregue o Evangelho, tenha um encontro verdadeiro com o Mestre.
JESUS CRISTO (N.T.)
“O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor.” Lucas 4:18
Na época do ingresso de Jesus no mundo, os judeus estavam sob o domínio romano. Sua independência do domínio estrangeiro tinha acabado seis séculos antes por causa de uma falha em ser verdadeiro para com Deus. Apenas brevemente durante o período intertestamentário (17 - 63 a.C.) que eles gozaram de um período de alívio do domínio gentílico. Assim que se abrem os evangelhos, os judeus estão desejando por um Messias prometido que eles acreditavam que os levaria a outra era de glória. Mas Jesus Cristo veio com uma Missão: Transformar vidas (Isaías 61:1-3) para louvor da Sua Glória.
O Ungido de Deus veio trazer as Boas-Novas aos pobres e liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, e libertar os oprimidos. Ele veio do Céu para salvar os homens dando a sua vida como resgate. A Missio Dei no ministério de Jesus é vista integralmente mesmo antes de seu nascimento (Gn 3.15), onde ocorre à providência de Deus na restauração da humanidade caída e se estende até apocalipse. Seu viver foi para glorificar a Deus, sua obediência fez com que hoje pudéssemos ter livre acesso a Deus, fomos lavados e remidos em virtude de seu sacrifício um dia na cruz do calvário. Deixou-nos exemplos formidáveis de submissão, obediência e santidade. Sendo o único exemplo a ser seguido. Sendo observados em todo o seu ministério. Cumprindo assim a Missio Dei em seu ministério.
Os servos do passado, foram à tipificação da vida de Cristo, onde podemos verificar na pessoa de Jeremias o profeta das nações, levando o povo ao arrependimento, como Gideão libertando o povo da opressão, como Isaías anunciando seu reinado, como Paulo em um ministério de sofrimento, retratando bem o sofrimento de Cristo por nós pecadores, e como os demais outros que foram chamados para ser instrumentos do Altíssimo para apregoar o ano aceitável do Senhor, para proclamar libertação aqueles que estão cativos, para que possam ser libertos das garras do adversário, e glorificarem o nome do Senhor (Is 61.1-3). Jesus cumpriu sua missão na terra, cumprindo assim o chamado ministerial.
JOÃO MARCOS (N.T.)
“Pois nós não podemos deixar de falar das cousas que vimos e ouvimos....” At 4:20
“Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério.” II Timóteo 4:11
Marcos (também chamado de João, em Atos 13:5, e de João Marcos, em Atos 12:12), foi um jovem do Novo Testamento que fracassou miseravelmente na sua primeira oportunidade de servir a Cristo, pois na primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé, abandonou os dois e voltou a Jerusalém (Atos 13:5 e 13). Porém, mais tarde, recuperou-se tornando um maravilhoso ministro da igreja primitiva, e autor de um dos Evangelhos.
João Marcos era um cristão da segunda geração. João Marcos tornou-se o ministro do qual Paulo escreveu: “Me é útil para o ministério”. Aparecendo aqui a Missio Dei no ministério de João Marcos.
Ao lermos os Evangelhos e o livro de Atos, temos um quadro da vida no Império Romano durante o primeiro século da Igreja.
João Marcos enfrentou o que todos enfrentamos: a dificuldade interior de resolver os nossos próprios problemas, e não fugir deles. No ministério precisamos enfrentar as responsabilidades da vida, bem como inúmeras cousas desagradáveis e difíceis, para que o ministério que Deus nos outorgou possa ser cumprindo em nossas vidas. Deus molda o Seu caráter na vida de seus servos para que estes possam ser úteis para o ministério que Deus lhes confiou.
João Marcos teve o privilégio ser moldado por Deus, ouvir de primeira mão os apóstolos e profetas da época neotestamentária. Pôde conversar com os que haviam conhecido pessoalmente ao Senhor Jesus, e ouvido as suas palavras os que tinham sido curados por Ele. Como resultado, João Marcos foi capaz de escrever a maravilhosa história de Cristo no seu Evangelho, cumprindo assim o chamado ministerial e a Missio Dei.
"OBEDECER É MELHOR DO QUE O SACRIFICAR!"
A Bíblia mostra claramente os propósitos de Deus na vida daquele que é chamado para o ministério e nela encontramos lições preciosas de Deus através da vida de muitos servos, escolhidos para exercerem com obediência a Missio Dei, seja sendo um profeta, um evangelista, um libertador, um discípulo, um juiz, ... Homens que Deus escolheu para serem Seus agentes e cumprirem a Sua Obra, levando o Evangelho a todo o Mundo.
Como Jeremias mesmo sendo tão jovem obedeceu ao chamado de Deus, assim o fora Gideão, Isaías que se prontificaram, o Apostolo Paulo que foi restaurado para fazer a obra de Deus e poder levar adiante a Palavra de Deus, onde soube aproveitar bem o chamado de Deus para sua vida e do povo que Deus o enviou para o engrandecimento da Obra do Senhor, como Marcos que mesmo não se prontificando Deus o usou para anunciar através da escrita a vida do Mestre Jesus onde hoje podemos usufruir dessa obra literária tão significativa para nós cristãos, e o próprio Filho de Deus: Jesus Cristo, que nos mostrou o caminho de volta para o Pai e seus inúmeros exemplos.
Os textos analisados, chegam à conclusão da incumbência que Deus na pessoa de Cristo nos outorgou. Nele encontramos uma resumida Teologia Missão. Não por isso simples. Mas é necessário que a Igreja cumpra cabalmente o seu ministério como despenseira da multiforme graça de Deus por meio de Cristo. Nessa Teologia missionária embrionária, destaca-se o caráter da proclamação do Evangelho.
Em primeiro lugar, vimos que o conteúdo dessa pregação envolve convocar o pecador ao arrependimento, como foi e sempre será, para que o homem obtenha o perdão de Deus, pois sem arrependimento, a condenação é certa.
Em segundo lugar, Deus nos revela o escopo dessa missão: A todas as nações. Mesmo que Israel rejeite o Seu plano, Deus ainda tem um plano para Israel, a despeito de sua rejeição. O Evangelho do Senhor Jesus Cristo é universal, bem como a instituição divino-humana criada a partir dele, a Igreja.
Em terceiro lugar, o testemunho apostólico é o fundamento da fé cristã. A Igreja repousa sobre o fundamento dos apóstolos, que receberam revelação direta do Senhor e Salvador da Igreja. Por fim, Jesus nos revela que essa tarefa desafiadora e grande não pode ser realizada na força do próprio homem. É preciso o poder capacitador e orientador do Espírito Santo, que haveria de estar com os seus servos até a consumação dos séculos. Sem a obra regeneradora e santificadora do Espírito, não há sabedoria ou oratória humanas que possam gerar um convertido. Só a ação poderosa e soberana do Espírito na vida do pecador, poderá confirmar a palavra de Salvação.
E para isso Deus chama homens, mulheres, jovens, crianças, dentre outros para um ministério especifico, e assim vai moldando o Seu caráter na vida destes homens para que se possam cumprir seus propósitos e desígnios e a Missio Dei estabelecida.
Que Deus nos dê dicernimento para sermos sensíveis a Sua voz e obedeça ao Seu chamado!
No Amor de Cristo...
Missª Izabel Cristina




